O CO-Rio convenceu os governos de que seria muito melhor gastar um pouco mais e deixar para o esporte brasileiro uma estrutura moderna e materiais esportivos de ponta, tudo dentro dos padrões do COI - Comitê Olímpico Internacional. Isso quer dizer que, depois do Pan, o Brasil pode sediar um campeonato mundial de Ginástica Olímpica, de Esgrima ou até mesmo Badminton. Sem contar que essa estrutura é de extrema importância na candidatura brasileira aos Jogos Olímpicos de 2016, além de ter sido fundamental para a escolha do Rio como sede dos Jogos Mundiais Militares de 2011.
Também chamada de Olimpíadas Militares, essa competição talvez seja maior do que o próprio Pan. São cerca de 7 mil atletas de mais de 90 países.
Mas aí surge o problema da manutenção disso tudo. Até agora, as negociações indicam que alguns estádios serão repassados à iniciativa privada, com contratos que determinam a obrigação de ceder para futuras Olimpíadas ou Copas do Mundo, no caso específico do João Havelange, o Engenhão. Alguns serão administrados pela prefeitura do Rio e outros por Federações esportivas.
No caso dos materiais, tudo será doado para as Federações. São investimentos que ajudarão na preparação dos atletas de modalidades como Esgrima, Hóquei sobre a grama, Badminton, Ciclismo, Ginástica Olímpica e Atletismo, entre vários outros.
E o Governo Federal também investiu nas ações promocionais. Esse Stand das fotos foi montado no Rio Centro e oferece algumas gincanas, brindes e, como não poderia faltar, materiais educativos.




E, pelo visto, a coisa agradou. Isso aí é só metade da fila para participar dos jogos oferecidos no stand.

Um comentário:
Acho que falta o Governo investir no esporte de base... talvez essa estrutura sirva para massificar alguns esporte no Brasil!!!
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